YLSAO APRESENTA 7 de dezembro tem DEXTER na fabrica de cultura

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

HOMENAGEM MACHADO DE ASSIS

Preto é pele vermelho sangue seu coração.
Negro não reconhecido como negro.
Por não poetiza origem, racismo em suas composição.
Tem nada não.
Gloria, gloria, palma, palma.
Pra princesa Isabel.
Essa sim tem que ser glorificada.
Por ter sujado de preto o papel.
Povo cruel, infie.l
Mas saber peso da discodia.
O sentimento que revolta.
A cinza da escravidão.
Zumbi, Preto Groz, Sabotagem, Lampião,
Quilombola que morrerão na guerra.
Protestando de forma consciente,
Com foice facão musica poesia.
Olho por olho dente por dente.
Não entende que sangue derramando na África.
Hoje brota nos asfaltos vários revolucionário.
Que nos seu ante passado.
Forão excluindo como ser humano.
Hoje rei do futebol levanta a taça e é chamado de mano.
Que mundo estamos.
Não sei Não quero saber.
Porem não fala sobre os traços a cor a raça.
Não significa nada.
Porque o olhar silencioso de um sofredor.
Escoa mas que uma palavras.
Forte como morteiro.
Morreu mas deixo vivas as poesias.
Pra quem o descriminou e não entendia.
Preto nasce, não vira.
Gloria, paz, luz divina.]
A um grande guerreiro.
Salve
Machado de Assis nessa outra vida.
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